O que é gestão de propriedades

Gestão de propriedades é manter, ao mesmo tempo e em um lugar só, a resposta para quatro perguntas sobre cada imóvel:
Onde ele está sendo divulgado, e desde quando. Quem já perguntou por ele, e o que cada um disse. Em que situação ele está — disponível, com proposta, reservado, fechado. E o que falta para sair do lugar.
Parece óbvio escrito assim. Deixa de ser quando são oito imóveis, três canais de divulgação e conversas espalhadas por WhatsApp, telefone e e-mail.
O problema quase nunca é falta de informação. É informação espalhada — e informação espalhada é o mesmo que informação perdida na hora em que ela importa.
Proprietário, corretor e administrador: quem faz o quê
Três papéis diferentes se escondem sob o mesmo termo, e escolher ferramenta sem separá-los é como a maioria compra errado.
O proprietário gere o que é dele. Quer vender ou alugar sem intermediário, precisa que o imóvel apareça e que o contato chegue até ele. Não precisa de CRECI.
O corretor gere imóveis de terceiros. Precisa de registro profissional, de carteira organizada e de saber de qual anúncio veio cada contato.
O administrador de locação cuida do contrato depois de assinado: cobrança, reajuste, repasse, vistoria. É a única das três que exige sistema com integração bancária.
As quatro frentes de uma gestão organizada

Divulgação. Cada imóvel precisa de um endereço próprio que você possa mandar, imprimir num QR Code e deixar o Google encontrar. Anúncio que só existe dentro de um portal some quando você para de pagar.
Contatos. Quem perguntou, por qual imóvel, quando, e em que ponto a conversa parou. Sem isso, cada retomada começa do zero e a pessoa percebe.
Situação de cada imóvel. Disponível, com visita marcada, com proposta, fechado. Saber isso de relance evita o constrangimento de oferecer o que já foi vendido.
Acompanhamento. O que está parado há tempo demais — imóvel sem visita há semanas e interessado sem retorno há dias são os dois vazamentos mais comuns.
O erro que custa mais caro: perder o histórico

Entre todos os erros de gestão, o mais caro não é o imóvel mal fotografado nem o preço fora da faixa. É a conversa que existiu e não ficou registrada.
A pessoa que visitou há dois meses, achou caro e pediu para avisar se baixasse, vale mais que um anúncio novo — ela já conhece o imóvel, já se deslocou e já disse o que a impede. Mas só vale se você lembrar dela quando o preço baixar.
Esse é o motivo pelo qual registro de atendimento não é burocracia: ele transforma contato antigo em estoque, em vez de deixá-lo virar conversa perdida no meio de outras quatrocentas.
Onde o Inmob360 entra, e onde não entra
Prefiro deixar o limite claro antes, e não depois de o senhor assinar.
Entra em: página própria para cada imóvel, publicação nos portais a partir de cadastro único, registro dos contatos com a origem, funil de acompanhamento em cinco etapas e atendimento automatizado por inteligência artificial nos planos pagos.
Não entra em: emissão de boleto, repasse ao proprietário, reajuste de aluguel, controle de inadimplência, vistoria e gestão de contrato. Isso é administração imobiliária, exige integração bancária e é outra categoria de software.
Se o que o senhor precisa é divulgar, ser encontrado e não perder contato, resolve inteiro — e o plano gratuito já permite testar com imóvel de verdade. Se precisa administrar contratos em vigor, o Inmob360 sozinho não basta.
Para a visão do negócio como um todo, veja também gestão imobiliária.
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